Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Proposta
Definimos o escopo, desenhamos os controles, montamos a rotina de evidências e escrevemos a descrição do sistema. Quando o auditor entrar em campo, nada é improvisado. Preparamos tanto o Tipo I, que fotografa o desenho numa data, quanto o Tipo II, que prova o funcionamento ao longo de um período.
Nesta página não aparece preço. Aparece escopo: o que fazemos, como executamos, quem executa e o que não está incluso. Quem lê o seu pedido é o time que vai te atender, e ele volta com a proposta e com tempo para conversar sobre ela.
Preparação para o relatório que o seu cliente exige.
Definimos o escopo, desenhamos os controles, montamos a rotina de evidências e escrevemos a descrição do sistema. Quando o auditor entrar em campo, nada é improvisado. Preparamos tanto o Tipo I, que fotografa o desenho numa data, quanto o Tipo II, que prova o funcionamento ao longo de um período.
Definição de escopo
Fechamos por escrito o que entra e o que fica de fora, e por quê. Escopo mal definido é a causa mais comum de projeto que estoura prazo.
Diagnóstico de lacunas
Comparamos o que existe hoje com o que a norma exige e ordenamos por risco e esforço.
Implantação
Colocamos os controles de pé, escrevemos o que precisa existir no papel e treinamos quem opera.
Rotina de evidências
Montamos como cada controle prova que funcionou, com responsável e frequência, para a auditoria não virar corrida.
Acompanhamento da auditoria
Ensaio antes, presença durante e plano de ação corretiva depois.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.